31 de maio de 2008: O primeiro beijo
domingo, maio 31, 2009 ♀, Aniversário de Namoro, Namorada, Texto 4 comentários
A casa de André era na direção oposta do café, fomos até lá enquanto o sol nascia. No caminho até o café, que fica do outro lado da cidade, tentei segurar na mão dela enquanto dirigia, foi meio desajeitado e não segurei por muito tempo. Era a primeira vez que eu ficava sozinha de verdade com ela, nervosismo não descreve. Até chegarmos onde iríamos tomar café eram quase 8h da manhã. O café só abriria as 8:30. Esperamos no carro porque estava frio lá fora. Eu comecei a sentir sono, encostei a cabeça no volante em alguns momentos, já não sabia mais muito o que falar. Depois descobri que o meu sono fez ela pensar que eu não estaria interessada. Como eu poderia não estar interessada?
Quando o café abriu eu sentei em um sofázinho ao lado dela, ela pediu um café com avelãs, eu não faço a menor ideia do que eu pedi mas, alí ao lado dela, foi o melhor café do mundo. Foi chegando a hora de voltar para casa, levei ela até onde o carro dela estava. Quando chegamos, encostei o carro, desliguei o motor e fiquei lá, estática. Sempre fui meio covarde nessas horas. Eu não lembro se falei o quanto a noite tinha sido gostosa, do quanto tinha gostado da companhia dela. Não lembro se eu fui capaz de fazer coisa alguma. Ainda bem que a Namorada resolveu fazer alguma coisa. Antes de abrir a porta ela se inclinou na minha direção e me beijou. O melhor beijo da minha vida. Não vou nem tentar descrever o que eu senti porque não faria jus. Nos despedimos e ela foi. Eu não conseguia nem pensar direito de tanta euforia.
Dirigi até o final da rua onde sabia que ela não me veria mais e encostei o carro. Não tenho a menor vergonha de admitir publicamente que parei o carro para soltar um berro de alegria, dar uns pulinhos no banco e uns soquinhos no ar. Nunca tinha sentido nada igual. Nessa hora meu celular avisa que tinha recebido uma mensagem: "Desculpa, não resisti".
A resposta? "Foi perfeito!"
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Quando o café abriu eu sentei em um sofázinho ao lado dela, ela pediu um café com avelãs, eu não faço a menor ideia do que eu pedi mas, alí ao lado dela, foi o melhor café do mundo. Foi chegando a hora de voltar para casa, levei ela até onde o carro dela estava. Quando chegamos, encostei o carro, desliguei o motor e fiquei lá, estática. Sempre fui meio covarde nessas horas. Eu não lembro se falei o quanto a noite tinha sido gostosa, do quanto tinha gostado da companhia dela. Não lembro se eu fui capaz de fazer coisa alguma. Ainda bem que a Namorada resolveu fazer alguma coisa. Antes de abrir a porta ela se inclinou na minha direção e me beijou. O melhor beijo da minha vida. Não vou nem tentar descrever o que eu senti porque não faria jus. Nos despedimos e ela foi. Eu não conseguia nem pensar direito de tanta euforia.
Dirigi até o final da rua onde sabia que ela não me veria mais e encostei o carro. Não tenho a menor vergonha de admitir publicamente que parei o carro para soltar um berro de alegria, dar uns pulinhos no banco e uns soquinhos no ar. Nunca tinha sentido nada igual. Nessa hora meu celular avisa que tinha recebido uma mensagem: "Desculpa, não resisti".
A resposta? "Foi perfeito!"
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Ai, que fofo! Finalmente rolou!
http://www.agoraquesouhetero.blogspot.com/
Hey hey, depois nos visitem lá no blog novo, ok?!?
bj
Eu fico sem palavras com histórias assim... dá um nó na garganta e um aperto no peito.