Padd Solutions

Converted by Falcon Hive

Não sou muito boa nesse negócio de esperar.
Definitivamente.

Em uma noite de uma quarta-feira como outra qualquer, esperei ansiosamente pela Namorada entrar no MSN diretamente de Londres para falar comigo. Eis que quando ela surge ela diz "precisamos conversar", e todo mundo sabe o que segue esta frase. Namoro ameaçado = ♀ em total desespero. Não me restava alternativa a não ser convencer a Namorada de que ela é a minha vida. E como se faz isso com a Namorada do outro lado do mundo?

Esperei chegar o horário comercial na manha seguinte e fui até a agência de turismo comprar as passagens. Liguei para a Boss-from-hell dizendo que havia tido uma emergência pessoal e que precisaria me ausentar por 10 dias. Infelizmente não tinham horários possíveis para embarcar naquele mesmo dia. Sexta de manha lá estava eu, indo para Londres. Fui mostrar para a Namorada que ela é a pessoa mais importante da minha vida, que amores assim desmedidos, sem limites, totalmente dedicados e loucos existem. Que pessoas fazem coisas cinematográficas por amores hollywoodianos da vida real e que a Namorada encontrou o seu grande amor, porque eu com certeza encontrei o meu, e é ela.

Cheguei lá no sábado. Eu realmente não sei esperar. Seriam só 10 dias e ela chegaria então nós poderíamos ter resolvido tudo. Mas eu não dormi, tive enxaqueca, dificuldade para respirar e deixei minha mãe preocupada só na madrugada de quarta para quinta, imagine por 10 dias. Também não podia arriscar, era um preço muito alto. Era o meu namoro em risco, meu futuro casamento, o resto da minha vida, das nossas vidas.

É claro que um ato desses conseguiu causar um pequeno impacto na opinião da Namorada sobre o NÓS. Fiquei em Londres por 2 dias e depois me juntei a excursãozinha dela e dos amigos para conhecer mais 3 países em 1 semana.

Sem querer realizei um sonho, fomos para o país que eu mais queria conhecer no mundo todinho. Era uma coisa extremamente mágica para mim, foi ainda mais perfeito por ela estar comigo, ser o motivo da viagem. Até encobriu um pouco a fantasia de ir para lá, o mais importante do que o lugar em si foi a causa. Poderia ter sido Xique-Xique na Bahia (sim, existe, procurei um nome de cidade estranha em um mapa) que teria tido o mesmo efeito. O importante era saber que eu estava novamente com ela. Realmente ESTAVA.

Voltamos juntas, estamos juntas. Não sei ao certo o que se passa pela cabeça da Namorada, ela provavelmente me acha totalmente maluca mas em mim isso tudo reanimou a paixão, serviu como novo gás, aumentou o valor de tudo. Me sinto ainda mais apaixonada, mais completa, mais feliz, mais satisfeita. Sei lá... loucuras são legais. Hehehe

Isso tudo foi MUITO insano. Teve consequências, menos porque tenho uma gerente bancária maravilhosa que empresta grana a baixos juros (Essa viagem foi um oferecimento de Bancos da Mamãe - Tradição de 22 anos investindo em loucuras pela felicidade da única filha), mas teve consequências que posso vir a dividir com nossos poucos leitores mais pra frente. A questão toda é que a vida é cheia de escolhas que não permitem hesitação, de atitudes que tem hora certa para serem tomadas focando nas prioridades que temos. Para mim a Namorada é total prioridade, minha felicidade é ela. Espero que agora ela tenha finalmente percebido isso, espero que nunca mais nenhuma de nós deixe dúvidas sobre a importância que temos uma para a outra. Foram essas dúvidas que geraram todo o problema que colocou o namoro em risco.

Por isso, caros e seletos (palavra bonita para "poucos") leitores: Digam o quanto vocês amam as pessoas que vocês amam. Lembram daquele meu papinho todo sobre falar nas entrelinhas? Falem nas linhas mesmo, em caixa alta, negrito, sublinhado e com fonte bem grande. Se vocês realmente amam "eu te amo" não vira "bom dia". Quando o amor existe forte "eu te amo" é "eu te amo" e precisa ser dito e eu, pelo menos, preciso escutar de vez em quando.


Eu gosto de viajar. Não gosto pouco não. Gosto muito! No segundo mês de namoro com a Namorada viajei com a minha mãe por 20 dias. Não foi a viagem mais livre de saudades da minha vida, nem perto. Na verdade foi uma viagem bem sofridinha mas isso não vem ao caso. Fato é que agora eu estou aprendendo a duras penas que difícil mesmo é ficar esperando alguém voltar.

Namorada viajou, foi passar três semanas do outro lado do oceano. Fico imensamente feliz por ela, acho que é uma viagem tremendamente merecida e quero que seja uma experiência perfeita pra ela. Fico a imaginando nos cenários dos países pelos quais ela está passando, imagino as fotos que ela vai ter pra me mostrar quando voltar e isso me deixa imensamente alegre. Adoro me imaginar vendo as coisas pelos olhos dela mas preciso confessar: não vejo a hora dela voltar! A primeira semana foi ok, mas pensar que ainda faltam duas me dá o maior aperto no peito. Olho pro calendário mais de uma vez por dia. Mesmo sabendo que o dia não acabou, espero que faltem menos dias pra ela voltar do que da ultima vez que eu olhei.

O lado bom é que isso define de uma vez por todas que eu não sei viver sem a Namorada, que separar a minha vida da dela é equivalente ao suicídio. Ela vive nos meus pensamentos e meu coração é totalmente dela, e vai com ela pra onde ela for. Mesmo que seja bem difícil ficar aqui sem coração, ele tá quentinho lá com ela.

Agora fico aqui pensando se eu causo essa agonia toda nas pessoas quando quem viaja sou eu. Penso isso enquanto a primeira semana de outubro vem chegando, quando o Sr. Opash prometeu mandar os detalhes do emprego em Dubai. Icluindo a data da partida.

Negócio das Arábias

Sábado, Agosto 22, 2009 , , 6 comentários


Estou sumida. Admito. É o trabalho. Acabo de voltar de uma semana totalmente insana em São Paulo. Fui incumbida da missão de, em um mês e meio, organizar uma rodada de negócios internacionais de móveis. Trouxemos (com $ da Apex – Agencia Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) 30 importadores, de uns 20 países, e agendamos reuniões entre eles e 84 fabricantes brasileiros de móveis interessados em exportar e precisando desesperadamente de compradores. Um mês e meio parece tempo mas, acreditem, não é. Larguei mão de blog e msn em prol desse trampo mas valeu muito, muito, muito a pena. Entre os elogios recebidos veio uma proposta de emprego praticamente irrecusável. Vamos ao continho:

Era uma vez um rapazinho indiano que foi tentar a vida em Dubai. Hoje, 30 e poucos anos depois, o rapazinho é o braço direito de um sheik milionário em seu negocio de lojas de móveis de altíssimo padrão. Eu já tinha conhecido esse rapazinho, hoje um senhor que vamos convenientemente chamar de Sr. Opash, em fevereiro em outra rodada de negócios do tipo da qual participei. Minha chefe conhece o Sr. Opash a anos, já esteve em sua casa em Dubai, conhece a Sra. Opash e tudo, enfim, pode garantir que ele não vende moçinhas ocidentais em troca de camelos.
Em fevereiro ele já tinha falado em me levar pra trabalhar com ele, agora ele voltou com uma proposta real. Eu teria um salário razoável, loooonge de ser algo fora do normal, mas teria praticamente custo zero, apartamento disponibilizado pela empresa, motorista para me levar ao trabalho (que independentemente do nome que tenha, vou chamar de Gopal todo santo dia) e todo suporte necessário.

Seria temporário, um ano ou dois. Mesmo porque Dubai não parece o lugar ideal para eu e Namorada construirmos nossa linda família feliz e colorida. Eu acredito que teria que adotar cores no máximo em tons pasteis morando em Dubai, realmente não me imagino lá por muito tempo. Primeira coisa que fiz foi saber se uma mudança desse tamanho me faria perder a Namorada. Ano passado eu tinha uma proposta para os EUA quando conheci a Namorada, deixei de ir porque naquele ponto do relacionamento acreditava que um namoro de 6 meses não venceria a distancia. Dessa vez o timing é muito melhor, acho que o que temos vence o oceano Atlântico sem muitos problemas alem da saudades cortante. Namorada me deu todo o apoio, a resposta dela foi fundamental. Eu teria negado a proposta na cara do Sr. Opash se a Namorada não tivesse tido a reação que teve.

Penso que não seria nada fácil morar em Dubai por 1 ano ou 2. Não estou me enganando pensando que seria a vida empresarial dos sonhos e sei que ficar longe da sociedade liberal e calorosa que temos aqui vai ser f*d*. Tá, admito, estou me cagando de medo. Mas é uma oportunidade única, totalmente excelente. Da mesma forma que me enche de medo me enche de empolgação ao pensar em ter contato com uma cultura nova em um lugar tão incrível quanto Dubai. Foi pra coisas assim que optei por Relações Internacionais na hora do vestibular. Seria estupidez e covardia não ir. Prefiro me sentir desafiada do que me sentir estupida any time. Prefiro encarar a saudades e saber que deixo Mamãe, e Namorada orgulhosas do que lidar com minha própria covardia. Sair da zona de conforto me empolga. Ficar sozinha é que me apavora.


E aí? Que que vocês acham? Uma viagem a Dubai faria maravilhas pelos conteúdos de qualquer blog né? Mesmo deixando as cores da Turma mais neutras.
Oiiiiiee! Estamos vivos! Estamos cansados e ocupados mas estamos vivos! Ressurjo da escuridão para responder o meme jogado pra gente pelas Namoradas e pela Alice. Viram como nós (eu) somos (sou) legal? Vou responder sozinha porque o ♂ esqueceu que esse blog existe e eu sou uma menininha muito birrenta, ele vai ter lembrar sozinho que o blog existe, não sou eu quem vai lembrá-lo.

Bom, diz que as regras são as seguintes:

- Linkar quem te indicou: Check!
- Postar o selinho: Check!
- Passar o selinho para as 05 amigas (os) e avisá-las (os): Já aviso que não vou cumprir essa. Sorry =/ Parece que eu estou atrasada e o meme já passou por um monte de blogs aí. Todo mundo já deve ter sido indicado por alguma outra pessoa.

- Responder as perguntas: Vamos lá!

Perguntas:

1. Mania:

Roer unha.

2. Pecado capital:

Preguiça, que só sai de cena para ser substituída pela luxúria.

3. Melhor cheiro do mundo:

A perfeita combinação de shampoo, perfume, hidratante e pele que a Namorada consegue exalar.

4. Se dinheiro não fosse problema, eu faria:

Largaria a vida do proletariado. Viajaria. Deixaria os outros felizes. Falando nisso... posso muito bem ganhar a mega sena super acumulada hoje e colocar tudo isso em prática \o/

5. Casos de infância:

Meu amigo imaginário era o ursinho Pooh.

6. Habilidade como dona de casa:

Levantar os pés enquanto alguém varre o chão e dar apoio moral para a Namorada lavar a louça da casa dela aos domingos.

7. O que eu não gosto de fazer em casa:

Qualquer coisa que envolva maiores habilidades de dona de casa.

8. Frase:

Eu te amo.

9. Passeio para o corpo:

Dormir sem hora pra acordar ... depois do sexo.

10. Passeio para a alma:

Cantar as músicas que tocam no carro enquanto eu dirijo.

11. O que me irrita:

Fico extremamente frustrada quando ninguém acompanha minhas vontades. Tô eu lá toda empolgada criando expectativas e o resto do mundo nem tchuns. Nossa como me irrita.

12. Frase ou palavra que fala muito:

Muito. Ex: Eu muito acho que blá blá blá. Eu muito queria um chocolate. Eu muito preciso dormir.

13. Palavrão mais usado:

Putaqueopariu, variando com putamerda.

14. Desce do salto e sobe o morro quando:

Eu não uso salto e, desde que o meu carro desceu um morro deslizando e parou com o bumbum num muro, não subo mais morros também.

15. Talento oculto:

Bordar ponto cruz. Sério.

16. Não importa que seja moda, não usaria nem no meu enterro:

Calça de ginástica, daquelas bem coladinhas, com bota alta e blusinha que deixa a barriga de fora. Gente, calça de ginástica é só pra isso mesmo: GINÁSTICA. E meu, se tá frio suficiente pra usar bota, faça o favor de cobrir a barriga. Obrigada. Ah, e coisas vindas da Globo, tipo moda country durante América e essa mania indiana de agora.

17. Queria ter nascido sabendo:

Falar umas 5 línguas bem bonitas.


E era isso.

Atenciosamente,

- ♀

Venho por meio desde post atualizar o meu status profissional. Não estou mais desempregada e minha Carteira de Trabalho ganhou sua primeira canetada. O salário é irrisório, as horas são longas, a distância entre a minha casa e o escritório é intermunicipal (literalmente) e o glamour é inexistente mas eu já sabia de tudo isso (menos da distância intermunicipal porque o escritório mudou de localização) porque trabalho no mesmo lugar que estagiei por uns 3 meses no começo do ano.

Na época (como se tivesse passado muito tempo né...) eu meio que odiava trabalhar lá. Considerava minha gerente totalmente sem preparo, ela é uma ótima vendedora, tem uma lábia (entende-se “capacidade de passar a perna nos outros") sem igual e ela poderia muito bem exportar gelo para os esquimós e hambúrgueres bovinos para a Índia (sacaram a piadinha cultural aqui? Hum hum hum? [sim, qualquer telespectador de novela entenderia]) mas não entende bulhufas de gerenciamento de equipes, ou gerenciamento de qualquer coisa que seja. Tinha uma raiva mortal dos empregadores porque o escritório era mal organizado e não disponibilizava o mínimo para desempenhar um trabalho satisfatório: não existem computadores para todos nem máquina de café (trabalhar sem computador até vai, mas sem café?!?!?!?) Nada disso mudou (tá, agora tem um microondas que permite esquentar água prum nescafé), eu levo meu computador pessoal para o escritório para garantir que terei onde trabalhar e continuo tendo que lidar com a falta de profissionalismo da gerente mas me divirto corrigindo erros de inglês dela e levantando minha própria bolinha.

Muita gente (minha mãe, o e eu mesma, inclusos) achou muuuito estranho eu voltar para um trabalho que eu já odiava. Acontece que era isso ou continuar em casa, ou quem sabe procurar emprego em outra cidade (o que eu muito considerei). Ficar em casa já não estava dando certo a muito tempo, emprego em outra cidade teria que pagar muito mais porque teria que cobrir meus gastos com aluguel e tudo mais. Se já estava difícil arranjar emprego sem pedir muito, imagine precisando ganhar bem? Assim eu posso ganhar pouco mas sigo debaixo da asa da mamãe (entende-se: casa própria, contas pagas, custos 0). Fora que carteira assinada não é estágio né minha gente, aquelas tarefinhas insuportáveis que eu abominava e a total falta de reconhecimento ficaram só nas costas da outra estagiaria, eu agora sou efetiva, meu bem! Estou encarregada de organizar uma rodada de negócios envolvendo mais de 70 fabricantes brasileiros e cerca de 25 importadores estrangeiros e tenho duas viagens marcadas para o centro econômico do país a fim de encontrar com clientes do exterior.

Mas e aí, ter voltado pro escritório que eu odiava só porque a Gerente From Hell me ligou com o rabinho entre as pernas oferecendo o emprego foi prostituição? Eu acho que não, viu. Já estava cansada de fazer entrevistas sem ouvir nenhum retorno. Um convite assim pra ter a carteira assinada ficou muito difícil de recusar, mesmo não tendo nenhum grande atrativo. Além do mais, estava EXTREMAMENTE cansada das pessoas achando que eu era uma boçal mimada e que dormia o dia inteiro. Agora, das 8h as 18h, eu estarei juntando farpas para largar por aqui ao reclamar de como é dura a vida do proletariado.

- ♀
Mesmo eu não estando contente com o baixo número de comentários que a primeira parte desse post juntou, publico a segunda logo esperando mais comentários, entenderam? Continuando a saga, o quarto envelope laranja estava no café em que fomos um ano antes e continha outro cartão:


E lá fui eu pro centro da cidade, onde o próximo cartão me esperava na recepção do prédio onde havíamos ido depois do sushi e muitas vezes depois.

Fui ansiosa para o café que mais frequentamos. Já me preparava para pedir mais uma vez para o responsável pelo lugar por um envelope laranja com meu nome escrito mas chegando lá encontrei a Namorada sentada em uma mesa, com meu último envelope laranja na frente dela.

Fiquei sem reação depois disso, e mesmo hoje eu ainda não sei nem muito o que comentar. Fica difícil falar alguma coisa que chegue a altura da surpresa que ela me fez. Ela ainda tinha minhas flores preferidas e uma caixa com um monte de coisas que eu gosto de comer esperando no carro.

Não vou negar que houveram alguns problemas logísticos no processo de pegar os cartões que atrapalharam um pouco o desenvolver da coisa, mas nem se eu tivesse tido que fazer o trajeto todo a pé e seria capaz de ignorar a beleza do presente, a dedicação da Namorada em planejar e preparar tudo. Aposto que muitos pensam em fazer algo assim mas poucos realmente põe uma coisa assim em prática. Por isso, e por muitos outros motivos, que eu amo tanto minha namorada. E tem como não ser perdidamente apaixonada por essa mulher?

Beijos
- ♀

PS. Alguns cartões foram toscamente editados para encobrir palavras que possam denunciar nossa localização geográfica e/ou identidades secretas.
Finalmente Namorada me enviou as imagens que eu precisava para dividir com vocês a surpresa linda que ela fez pra mim no dia do nosso aniversário de um ano de namoro. Como foi surpresa pra mim, e eu não sabia o que vinha pela frente, vou contando e mostrando a medida que as coisas foram acontecendo.

Primeiro ela me disse que viria me buscar aqui em casa pra fazermos algo as 19h e que era para eu estar pronta nesse horário. Quando a hora chegou, minha mãe me entregou um envelope laranja e disse "Não sei porque mas a Namorada disse pra eu te entregar isso só as 19h". (Quem segue o Twitter da Turma viu que nesse dia a Namorada apareceu do nada aqui no meu prédio quando eu deveria estar fora de casa mas quando me viu deu a desculpa de estar na região e tal e coisa. BA-LE-LA!) O envelope tinha o seguinte cartão:

Por mensagem ela me avisou que não viria me buscar não e que eu devia ir até lá. Então lá fui eu, com uma sensação ótima e super animada, coisas assim vindas da Namorada só poderiam ser memoráveis. Lá descobri que deveria pedir para o guarda do estacionamento se ele tinha algo para mim. O segundo envelope laranja tinha mais um cartão:

Se tratava de uma caça ao tesouro passando por lugares marcantes, lugares que eu já havia mencionado aqui no blog enquanto contava o começo do nosso namoro. O terceiro cartão estava no sushi e era assim:


Como o post esta ficando grande e vocês já sabem a continuação da série de encontros, por isso o suspense não vai ser tão grande, vou deixar a outra metade dos cartões para outro dia. Já deu pra ver que a minha namorada é incrível né?

Beijos
- ♀

PS. Alguns cartões foram toscamente editados para encobrir palavras que possam denunciar nossa localização geográfica e/ou identidades secretas.